Na sequência das notícias massivamente transmitidas relativas às situações reiteradas de assédio moral vivenciadas pela trabalhadora Cristina Manuela Neves Tavares na entidade patronal Fernando Couto – Cortiças, S. A. esta foi no passado dia 26 de novembro de 2018 notificada da decisão da ACT que a condenou em coima superior a 31 mil euros.

Nesse mesmo dia a trabalhadora voltou ao seu habitual "castigo": carregar e descarregar os mesmos sacos de rolhas na mesma palete durante 9 horas de "trabalho".

Não satisfeita a entidade patronal no dia 28 de novembro de 2018 comunicou à trabalhadora que a mesma se encontra suspensa preventivamente para a organização de processo disciplinar tendente ao seu despedimento com justa causa. Ou seja, de despedimento por extinção de posto de trabalho que o tribunal julgou ilícito passou-se a despedimento com justa causa por via disciplinar (!).

Não há limites para esta entidade patronal!

Pel'A Direção